Espetáculos

Sinopse

Você conhece o Seridó? Um espetáculo teatral resolveu trazer o sertão do Rio Grande do Norte até você. Meu Seridó vai lhe proporcionar um passeio imaginário e delirante por este lugar arcaico e mítico. Um território nostálgico de arengas e amores. Em apenas uma hora, dez mil anos passarão diante de seus olhos. Universal ao falar da própria aldeia, Meu Seridó versa, acima de tudo, sobre o mais atual (e eterno) dos temas. Trata da relação do Homem com a Terra – que neste começo de milênio chega a um grave impasse. Tudo, é claro, com muito humor, música e boas doses de reflexão.

Gênero: drama
Classificação etária: 12 anos
Duração: 70 minutos

Grupo

CASA DE ZOÉ

Natal (RN)

A Casa de Zoé é uma produtora idealizada pela atriz Titina Medeiros, com o intuito de promover encontros artísticos e suas derivações criativas. Tendo como seu primeiro grande projeto o espetáculo Meu Seridó, essa realizadora de arte e cultura tem sua ênfase voltada para teatro, mas já despontando também com projetos em diversas outras áreas de expressão.

Ficha Técnica

Direção: César Ferrario
Dramaturgia: Filipe Miguez
Elenco: Titina Medeiros, Nara Kelly, Caio Padilha, Marcílio Amorim e Igor Fortunato
Direção de arte: João Marcelino
Direção musical: Caio Padilha
Pesquisadora: Leusa Araújo
Design de luz: Ronaldo Costa
Cenotécnico: Rogério Ferraz
Produção executiva: Arlindo Bezerra
Operação de luz: Janielson Silva e Ronaldo Costa
Operação de som: César Ferrario
Técnico de montagem: Sandro Paixão

 

Pensamento Giratório

A temática “Teatro fora do eixo”, em seu espaço de debate, aceita impregnar-se de tudo aquilo que podemos identificar em condição orbital, não se efetivando nas estruturas centrais ou determinantes de qualquer organização sistêmica. Com esse largo espectro de observação, podemos perpassar as diversas formas de inserção de coletivos teatrais em seu contexto social, como também pontuar suas estratégias criativas de aglutinação, permanência, pesquisa estética e elaboração de narrativas.

Oficinas

Estar atento ou: o exercício da escuta na construção do ator

A partir de uma ativação do estado de jogo, os participantes da oficina farão exercícios de improvisação, trabalharão o corpo, a voz, o relaxamento, a respiração, o ritmo e, sobretudo, a escuta. Terão contato com fragmentos de textos teatrais e vivenciarão o processo de construção de cenas curtas.

Público-alvo: atores e não atores
Carga horária: 8 horas
Ministrantes: Nara Kelly e Titina Medeiros
Número máximo de participantes: 20

Quem conta um conto ponteia um canto

Oficina organizada em três tópicos: 1) O pulso e o impulso na musicalização – O pulso é um elemento fundamental na vida. E na música, a consciência dele se torna premente, para organizar e manipular o ritmo na cena; 2) A música da cena que organiza (e compactua com) o ritmo em silêncio; 3) Duração, altura e intensidades: exploração de três fundamentos da música para o corpo e voz.

Público-alvo: atores, músicos e bailarinos
Carga horária: 6 horas
Ministrante: Caio Padilha
Número máximo de participantes: 25

Oficina

Os espaços da fala dramática

A oficina visa provocar a experiência da criação textual para a cena e conduzi-la até as vias da experimentação em sala de ensaio. Nesse processo, os espaços criativos são alargados à medida que os participantes se deparam com a plasticidade do texto dramático, quando este aceita as “sobrescritas”, tanto por parte da encenação como das interpretações propostas, sem que a sua matéria primeira seja alterada. A oficina, assim, requisita as competências tanto do dramaturgo como do ator.

Público-alvo: atores e dramaturgos
Carga horária: 8 horas
Ministrante: César Ferrario
Número máximo de participantes: 20