Iniciativa que oferece formação gratuita no Ensino Médio com qualificação profissional passa a atender os estados do Rio de Janeiro e Paraíba
A partir do dia 13/6 estarão abertas as inscrições para a nova turma do Sesc EAD EJA, que oferece a jovens e adultos formação gratuita no Ensino Médio, com qualificação profissional em produção cultural. O projeto ampliou sua abrangência e a partir dessa edição atenderá também a candidatos do Rio de Janeiro e da Paraíba. No total, serão mais de 1,8 mil vagas distribuídas entre 14 estados das regiões Norte, Nordeste, Sul e Sudeste. O edital e as inscrições estão disponíveis em sesc.com.br/ead.
Para se inscrever no Sesc EAD EJA os candidatos devem ter mais de 18 anos, Ensino Fundamental completo e residirem nos estados de Amazonas, Bahia, Ceará, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins. O curso tem duração de três semestres e carga horária de 1.200 horas, sendo 80% das aulas em formato virtual e 20% em formato presencial, no polo selecionado no momento da inscrição. O curso concede certificado de conclusão do Ensino Médio com qualificação profissional em Produção Cultural.
A diretora de Programas Sociais do Departamento Nacional do Sesc, Janaína Cunha, reforça a importância do Sesc EAD EJA, projeto lançado em 2022 e que conta com cerca de 4 mil alunos matriculados. “Com essa iniciativa, o Sesc promove a educação e contribui para a retomada dos estudos em qualquer etapa da vida. Concluir o Ensino Médio junto com uma certificação profissional é um grande passo para a entrada no mercado de trabalho. A rotina de aulas flexíveis ajuda os alunos a conciliarem as tarefas do dia a dia com o cronograma de estudos”, explica a diretora.
O Sesc EAD EJA é realizado em parceria com o Senac, responsável pela plataforma de realização do curso. A construção dos conteúdos foi baseada em experimentações, simulação de práticas, mecanismos de jogos, dramatizações e outras estratégias que possibilitam maior interação com os participantes. A parte presencial permite aos estudantes a participação em atividades de cultura, esporte e lazer oferecidas pelo Sesc nos estados.
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Acontece de amanhã até 17 de fevereiro as inscrições do Sesc EAD EJA, projeto que oferece formação gratuita a jovens e adultos no Ensino Médio, com qualificação profissional em Produção Cultural. Alunos de 13 estados das regiões Norte, Nordeste e Sul terão a oportunidade de retomar os na modalidade de ensino à distância, além de se qualificar para o mercado de trabalho.
Para a 3ª turma do curso, foram disponibilizadas 1.832 vagas. As inscrições podem ser feitas no site do Sesc, onde também está disponível o edital com mais informações.
“O projeto Sesc EAD EJA foi lançado há um ano e já é motivo de orgulho para a instituição. O ensino a distância, aliado à qualificação profissional, atende a necessidade de um público jovem, que tem o desejo de retomar os estudos para ampliar suas chances no mercado de trabalho. As duas primeiras turmas tiveram uma grande procura, principalmente entre pessoas na faixa etária entre 21 e 30 anos. Essa é uma importante contribuição do Sesc para a transformação dos jovens pelo caminho da educação, já que o curso é acessível e flexível”, ressalta Janaína Cunha, diretora de Programas Sociais do Departamento Nacional do Sesc.
Podem se inscrever no Sesc EAD EJA pessoas com idade a partir de 18 anos, com Ensino Fundamental completo e residentes nos estados de Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins. O curso tem duração de três semestres e carga horária de 1.200 horas, sendo 80% das aulas em formato virtual e 20% presencial. Ao final, os alunos recebem certificado de conclusão do Ensino Médio com qualificação profissional em produção cultural. O projeto é realizado em parceria com o Senac, responsável pela plataforma de realização do curso.
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Sesc EAD EJA atende ao formato do Novo Ensino Médio
O curso atende às orientações do Novo Ensino Médio, que contempla a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), com itinerários formativos focando nas áreas de conhecimento e na formação profissional.
A construção dos conteúdos foi baseada em experimentações e maior interação dos participantes, com simulação de práticas, mecanismos de jogos, dramatizações e outras estratégias compatíveis com os objetivos do curso. Além do acesso ao curso, os estudantes também podem participar das atividades presenciais e on-line de cultura, esporte e lazer oferecidas pelo Sesc.
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Acesse o edital
A escuta e a valorização do trabalho dos mediadores é central para o aperfeiçoamento de suas ações na Educação não-formal científica e, ratificando a Sala de Ciências como um Centro de Ciência que potencializa esse tipo de educação, o minidocumentário desenvolvido pela Sala de Ciências DF aborda parte dos anseios e ansiedade dos mediadores que estão atuando no espaço. O objetivo principal foi mostrar como a Sala de Ciências potencializa a formação acadêmica dos mediadores, reconhecendo suas dificuldades pós-pandêmicas, facilidades e metodologias que ajudam no desenvolvimento do(a) futuro(a) profissional da Educação Científica em Brasília, bem como suas opiniões sobre a importância desse espaço não formal de educação.
Você conhece a Sonia Guimarães? Ela foi a primeira mulher negra a lecionar em uma tradicional escola de tecnologia aeronáutica nos anos 90. Desde então, muitas barreiras foram quebradas e muitas portas abriram para suas semelhantes, graça a sua trajetória. Vamos conhecer um pouco da história dela?
A Exposição “Sustentabilidade na Perspectiva da Arte” traz uma linguagem marcadamente artística na busca de uma mudança comportamental, incentivando o uso responsável dos recursos naturais e diminuindo os impactos ambientais, a fim de contribuir o mínimo para ampliação da poluição e degradação do meio ambiente. Os materiais utilizados para confecção e composição dos diversos espaços são resultado dos processos de reutilização proveniente da coleta seletiva interna já existente na Unidade do Sesc em Castanhal.
Nossas estudantes brilharam na fase presencial da 7ª Olimpíada Brasileira GeoBrasil – OGB 2022, realizada no Instituto de Geociências da UNICAMP em Campinas (SP), entre os dias 25 e 27 de novembro. Nicolly Figueiredo e Ariel Freitas, alunas do Polo Educacional Sesc, no Rio de Janeiro, e Ana Vitória Campos, do Centro de Educação Sesc em Roraima, conquistaram medalhas e agora participam de uma seleção para a fase internacional da Olimpíada, marcada para o próximo ano, na Indonésia.
As alunas do Polo Educacional conquistaram três medalhas: Nicolly ganhou duas de bronze, sendo uma em Geografia e uma em Ciências da Terra, e Ariel uma de prata em Geografia. Ana Vitória ganhou uma medalha de ouro em Geografia e uma de prata em Ciências da Terra.
“Na hora que chamaram meu nome, eu não tive muita reação, a ficha não tinha caído no momento. Mas fiquei muito feliz pela conquista”, celebrou Ana Vitória. “Foi uma experiência muito maravilhosa, não só por todo o conhecimento que adquirimos ao longo da GeoBrasil, mas também pela vivência desses dias incríveis”, disse Nicolly.
A Olimpíada Brasileira de Geografia e Ciências da Terra (OGB) é uma oportunidade para os alunos demonstrarem suas habilidades e competências na análise dos fenômenos geográficos. A edição de 2022 é composta pela 7ª Olimpíada Brasileira de Geografia (OBG) e pela 5ª Olimpíada Brasileira de Ciências da Terra (OBCT). A competição é formada por três etapas: duas estaduais (on-line) e uma nacional (presencial), que contou com a participação de mais de 200 estudantes de escolas públicas e privadas do país.
Uma das formas de alcançar os objetivos relacionados à aprendizagem dos estudantes e à promoção de uma educação qualitativa e equitativa é melhorar a qualidade do ensino, identificando a formação do professor como elemento-chave do aperfeiçoamento dos sistemas educacionais. Mais ainda, considerando a velocidade das transformações digitais da contemporaneidade, é urgente investir no desenvolvimento das competências digitais de todos, sobretudo dos educadores.
Pensando nisso, o Sesc realizará o projeto Incubadora de Cultura Tecnológica na Educação, visando aprimorar habilidades e competências digitais nos professores da educação básica do Sesc para desenvolvimento dos processos de ensino-aprendizagem por meio do letramento digital; do incentivo do uso de tecnologias digitais inovadoras no processo de ensino e aprendizagem e do acompanhamento da implementação das tecnologias e metodologias apreendidas no percurso do programa.
O projeto prevê a realização de palestras e o compartilhamento de conteúdo que sensibilizem os educadores, para que estes possam ampliar seus conhecimentos sobre o uso das tecnologias na educação, favorecendo a implementação de projetos dessa natureza com seus estudantes. Estão previstas reuniões de mentoria que auxiliem os participantes a implementarem seus projetos. Ao final, os conteúdos das palestras, bem como a descrição dos projetos realizados nas escolas, serão compilados e publicados na revista Painel Rede.S.
Confira abaixo a programação das lives:
Pensamento Computacional e Tecnologias Digitais
Palestrante: André Raabe
17 de agosto de 2022 Horário: 18h30 (Horário de Brasília) Mini currículo da palestrante: Doutor em Informática na Educação, pela UFRGS (2005), tendo realizado pós-doutoramento na universidade de Stanford (2016). É Bolsista de produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora (DT2). É mestre em Ciência da Computação pela PUCRS (2000) e graduado em Informática pela PUCRS (1996). É professor e pesquisador da UNIVALI (Universidade do Vale do Itajaí) onde Coordena o Programa de Pós-Graduação em Computação e atua no Mestrado e Doutorado em Educação. Coordena o Laboratório de Inovação Tecnológica na Educação (LITE) e o Grupo de Informática na Educação da Univali. É membro da Comissão de Educação da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Coordenou em 2017 uma comissão para elaboração de proposta da SBC para Computação na Educação Básica. É editor da revista International Journal on Computational Thinking. É membro do Comitê Gestor da Rede de Inovação na Educação Brasileira. Desenvolve pesquisas sobre Educação em Computação, Pensamento Computacional, Movimento Maker, Software Educacional e Ambientes de Aprendizagem Inteligentes.